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A grande Sabotagem no Brasil



A grande Sabotagem no Brasil

 

(Por Cristiano Santoro - Perito Judicial)

 

Evitando qualquer processo judicial que poderia ocorrer contra a minha pessoa, declaro, desde já, que o conteúdo deste site pode não corresponder à realidade e expressa apenas as minhas ideias a respeito do assunto, ideias estas publicadas aqui preservando e colocando em uso o meu direito de liberdade de expressão garantido pelos artigos 5º da Constituição Brasileira. 

Afunda a maior plataforma de produção semi-submersível do mundo, a Petrobras 36, que foi construída em 1994 na Itália como uma unidade de perfuração e de produção, com o nome original de "Spirit of Columbus". Arrendada pela empresa em 1997, a plataforma precisou passar por modificações e expansão para atender as condições operacionais no campo de Roncador, no Rio de Janeiro. A conversão da plataforma foi realizada num estaleiro no Canadá.

Projetada originalmente para perfurar e produzir petróleo a uma profundidade de 100 a 500 metros de profundidade, a unidade foi transformada numa plataforma de produção capaz de operar em lâmina d'água de até 1.360 metros. Para isto, todo o equipamento de perfuração e a maior parte do equipamento de produção foram retirados.

Atualmente, a P-36 é capaz de processar 180 mil barris de petróleo por dia, o que representa 7,2 milhões de metros cúbicos de gás comprimido, diariamente.

Em outubro de 1999, a P-36 saiu do estaleiro naval de Quebec, no Canadá, e veio para o Brasil numa viagem que bateu recordes mundiais. A viagem foi feita a bordo do Might Servant I, que foi ampliado, aumentando sua estrutura em cerca de 30 metros, somente para transportar a plataforma. A viagem foi feita utilizando um sistema de reboque. A plataforma foi instalada no campo de Roncador em fevereiro de 2000.

Sobre política, dominado por discursos inflamados e inconformados contra ações bem sucedidas deste governo, é partidário.

O Brasil não pode dar certo nas páginas da imprensa corporativa.

A verdade dos fatos não pode ser dita ou escrita, se imperioso for mencioná-la, que seja nos rodapés, de forma discreta, quase imperceptível.

A taxa recorde de ocupação, que provocou o menor desemprego da história não pode merecer destaques, sob o risco de contaminar o espírito empreendedor brasileiro e o país alavancar, bruscamente, o seu desenvolvimento.

A boa atração de nossa economia para os grandes investidores internacionais, sob a real perspectivas de se alcançar, pelo terceiro ano consecutivo, U$60 bilhões em investimentos diretos, não podem ser classificados como algo espetacular ou salutar.  Pelo contrário ficam relegados à dissimulação de analistas, no mínimo, mal intencionados.

Dilma Rousseff encerrará 4 anos de governo com mais investimentos estrangeiros diretos que FHC em 8 anos!

Estes Investimentos influenciam a geração de emprego, uma dado é alimentado pelo outro.

Desacreditar o Brasil, internamente, é o primeiro passo para torná-lo fragilizado e destruir as bases macroeconômicas do governo.  Completa-se a ópera prima dos raivosos do fracasso, com a fuga de investidores e o esvaziamento da capacidade produtiva.  Menos emprego, menos renda, cintos apertados para (quase) todos.

A cantilena da ruína espera provocar tais reveses. Mais até: sabotar o bem estar, construído a duras penas, do povo brasileiro

Apesar do país possuir uma das menores relações dívida pública X PIB, este fato é omitido, inclusive, em publicações especializadas, um acinte!

Pelo décimo ano o Brasil vai cumprir a meta inflacionária e fechar abaixo do teto estipulado pela autoridade monetária.   Mas esta informação é tratada como mero detalhe, elemento desprezível, para ser levado à opinião pública.

Os investimentos em infraestrutura consumirão cerca de R$ 2 trilhões até 2022!

Estes números são enormes e recordes, e assim o são porque o crescimento do consumo, do turismo, da produtividade requerem portos, aeroportos, estradas e estradas de ferro melhores e maiores.

O país é um gigantesco canteiro de obras, terra de oportunidades, para quem investe e para quem trabalha.  As coisas não andam nada fáceis na Europa, por exemplo.

Os imensos recursos financeiros que serão despejados na economia, principalmente via tesouro, refletem, indiscutivelmente, que o país está dando certo, apesar da torcida contrária. E por estar alcançando bons resultados, precisa subir mais degraus e gerar novas oportunidades.

O Brasil ainda não é um país de todos, isto é claro. Falta muito a ser construído, oferecido e consolidado para o povo.

Mas já é uma nação capaz de atender a muito mais brasileiros do que foi até o início do atual século.

Nunca é demais refrescar a memória daqueles que torcem contra que até 2002 o governo não podia investir em infraestrutura, por exemplo, porque isto representava uma piora significativa nas contas públicas, o controverso superavit fiscal.

Quem dizia isso? O Fundo Monetário Internacional (FMI), órgão que coordenava as políticas do Ministério da Fazenda e com acesso direto ao presidente FHC.

Resultado destas ações irresponsáveis: racionamento de energia elétrica em 2001, estradas privatizadas sob contratos excessivamente desvantajosos para seus usuários, portos e aeroportos sucateados e o trágico afundamento da plataforma da Petrobrás, a P-36, com 11 vítimas fatais, entre outros flagrantes casos de incompetência e falta de zelo com o patrimônio público.

Éramos uma nação de apenas um terço de brasileiros, os outros dois terços eram desprezados.

Os que agora vem a público desacreditar o país, são os mesmos que até 2002 faziam apologia de um modelo esgotado e nocivo aos brasileiros.

O que só comprova que o que é publicado atualmente pela imprensa corporativa nada mais é que mero libelo político conservador, seja lá qual for a matéria, com poucas e dignas exceções.

 

 

 

 

No dia 01/08/2010, num dos bancos aqui do Alameda 1976 um ex-sargento do exército que traz informações exclusivas sobre a explosão da até então maior plataforma de exploração de petróleo do mundo a P-36. Para manter o sigilo do entrevistado, visando, assim que ele não venha a sofrer qualquer tipo de repressão, o chamaremos, apenas de André.

 

Frederico Antônio Kluser Eghel (F.A.K.E.) – André, este fato ocorreu em 15 de março de 2001, por que trazer este assunto à tona somente agora?

André – Como já saí do exército me sinto mais a vontade para esclarecer à população sobre as verdades que os governos costumam esconder do povo.

F.A.K.E. – Na época, eu lembro que foi dito que tudo não passou de um acidente e que o local atingido sequer estava sendo usado pela plataforma. Além do mais, o que um ex-sargento do exército tem de relação com uma plataforma de petróleo?

André – É óbvio que não foi um acidente. Por isso que eu e mais quatro colegas pertencentes a um grupo especial do exército fomos acionados, para confirmarmos a origem da explosão.

F.A.K.E. – Mas eu me recordo que até a Associação dos Engenheiros da Petrobras afirmara na época que a Plataforma continha erros no projeto e talvez isso tenha ocasionado a explosão.

André (tenso) – Isso na verdade foi uma desculpa que nós tivemos que plantar para esconder os fatos verdadeiros da população. Até mesmo o sindicato aderiu a esta mentira que na época acusou a Petrobrás de não instalar equipamentos de seguranças entre outras denúncias.

F.A.K.E. – Mas qual foi a verdade? Sabotagem do próprio governo como sugeriu a então Senadora Heloisa Helena?

André – Não, claro que não. Mas o Governo já sabia de tudo, mesmo antes da explosão, inclusive que a plataforma seria afundada, como realmente aconteceu.

F.A.K.E. – Mas e o relatório final das investigações que afirmou que tudo foi causado por erros de projetos, manutenção e operação da Plataforma, que a causa principal teria sido um mau fechamento de uma válvula?

André (mais tenso) – Nós elaboramos o relatório final. Dentre nosso grupo havia dois engenheiros que constataram eventuais erros ou possibilidades que poderiam ter causado a explosão e consequente afundamento da Plataforma. E assim elaboraram o relatório. Mas não foi nada disso na realidade o que aconteceu.

F.A.K.E. – O que foi então?

André – Na época, o Governo Brasileiro estava vendendo armas para países como o Iraque, eram carros blindados, tanques, jipes e o Governo Norte-Americano não estava nada contente com esta situação. E passou a alertar o Governo Brasileiro sobre isso. E como o Governo Brasileiro não deu a mínima eles passaram a fazer ameaças.

F.A.K.E. – Que tipo de ameaças?

André – Que atacariam o Brasil de alguma forma. E o fizeram lançando um míssil na maior plataforma de petróleo do mundo.

F.A.K.E. – E por que o Governo Brasileiro não contou a verdade ou não revidou o ataque?

André (rindo) – Você está de brincadeira, né! Não tem como comparar o poder bélico deles com o nosso. Logo depois do ocorrido fomos acionados para abafar o caso e criar as causas do suposto acidente e o Governo, é claro, parou de vender os armamentos.

F.A.K.E. – Bem, André, eu agradeço a tua disponibilidade e confiança para trazer este assunto ao conhecimento do povo, lamentando apenas as vidas que foram perdidas neste ataque.

André – Eu é que te agradeço a oportunidade de tirar esse peso das minhas costas, pois não estava mais conseguindo viver com esta mentira.



 

 

Isso tem tudo a ver com a evolução do E.U.A. A economia americana depende muito da fabricação de armas e da venda de petróleo. Nessa época o preço do barril de petróleo estava muito baixo (só $28) e além dessa ação contra a maior plataforma do mundo (ela era responsável por 8% de toda nossa produção nacional) em seguida eles provocaram mais uma guerra contra o Iraque e conseguiram evoluir o preço do barril, acima dos $150. Não se trata de conspiração, mas simplesmente de ganancia por dinheiro. Fazem tudo por dinheiro e pelo poder. Um dia conheceremos

A Petrobras em Pasadena tem ligação com a plataforma P-36, no condado de Los Angeles, estado da Califórnia, EUA.

Uma refinaria belga, a Astra Oil, comprou um campo de petróleo por US$42,5 milhões. Menos de um ano depois, a Petrobras comprou metade desse campo por mais de US$ 300 milhões.

No contrato, porém, havia uma cláusula que obrigava a compra da outra metade, se houvesse desentendimento ou qualquer problema de gestão ou de mercado entre Petrobras e Astra Oil.

Foi o que aconteceu. A empresa brasileira não quis cumprir a cláusula, mas, depois de anos de ações judiciais, foi obrigada a fazê-lo por um valor reajustado. Assim, uma empresa que valia US$ 42,5 milhões foi comprada por mais de US$ 1 bilhão.

Descobriu-se nesta semana que a presidente Dilma, presidente do conselho administrativo da Petrobrás à época, assinou o polêmico contrato. Ela alega, porém, que desconhecia os detalhes negativos do mesmo, tendo sido ludibriada.

 

Mais isso tudo foi um grande golpe para cobrir o rastro da sabotagem da P-36, trocando 6 por meia dúzia, pois o governo norte americano tem um contrato com o Brasil de exploração de petróleo bilionário  isso é fato.

Hoje o grande lobby politico entre os dois governos é de fato concreto, a agencia nacional de inteligência a (ABIN) tem ciência disso tudo a espionagem americana ameaça a soberania do Brasil com as nossas reservas naturais que são abundantes.

 

Hoje o Brasil é um ponto mais estratégico nas américas que pode desestabilizar o governo norte americano e outros países das américas isso é fato comprovado .

 

Veja quanto custou a plataforma P-36 e ver quanto custa a refinaria em Pasadena tem o mesmos custo, isso é fato não podemos negar isso.

 

Devido a grande mensurável memoria curtas dos Brasileiros e certos poderes paralelo, manipula a nossa politica econômica para poder beneficiar alguns no poder criando CPI para poder tira a atenção da nação fato este que comprova a tese da conspiração no nosso Brasil dês do tempo de Cabral de 1500

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